| Crédito da imagem: Globoesporte.com |
O dirigente disse ser bastante cansativo o traslado entre o aeroporto internacional de Narita, local do desembarque dos alvinegros, até a chegada a Nagoya, cidade que eles ficarão concentrados para a estreia na competição, dia 12, em Toyota.
- Fiz questão de ir de micro-ônibus, que é uma das opções. Do aeroporto até a estação de trem demora cerca de 1h40m. Depois, mais 1h40m até Nagoya e outros 20 minutos até o hotel. Eu cheguei cansado. Vamos discutir para ver o que é melhor. Pode ser que seja interessante chegar bem cansado para que os atletas durmam e se adaptem ao fuso - afirmou.
O Timão tem ainda outras duas alternativas caso queira um novo roteiro. A primeira, se deslocar de avião de Narita a Nagoya. A dificuldade está em fazer com que os horários dos voos batam sem que seja necessário esperar por um longo no aeroporto. A segunda, seguir de ônibus em uma viagem de cinco horas de duração aproximadamente.
O ex-volante ficou impressionado com as instalações que conheceu. Na companhia do supervisor Saulo Magalhães, ele percorreu hotéis, estádios e centros de treinamentos que serão utilizados pelos corintianos e garantiu que não viu nenhuma regalia no tratamento que o Chelsea-ING está recebendo dos organizadores.
- Muita gente falava que os europeus têm vantagem contra sul-americanos e africanos. Constatei que não é verdade. Eu quis saber as diferenças no tipo de hotel, de campo e de vestiário. A preocupação deles é que todos os clubes sejam tratados igualmente - ressaltou.
O Corinthians embarca na madrugada do dia 4 de dezembro. Antes de chegar ao Japão, o clube permanecerá um dia em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos e somente no dia 6 segue para Narita.
Fonte: Globo Esporte

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