| Crédito da imagem: Fernando Dantas/Gazeta Press |
'São poucos detalhes a definir até lá. Está tudo muito tranquilo', avisou Edu, que inicialmente demonstrou preocupação com o transporte de uma das etapas da viagem. O Corinthians passará por Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, antes de chegar ao Japão para reduzir os efeitos do fuso horário. Quando desembarcar no Aeroporto de Narita, a delegação brasileira terá de optar entre ir de ônibus até a estação de trem de onde seguirá para Nagoya, de metrô ou até de avião.
'Na maior parte do tempo, ficaremos hospedados em Nagoya, ao lado de Toyota, local do primeiro jogo. Chegando ao Aeroporto de Narita, fiz o caminho até Nagoya de ônibus e fiquei bem cansado. Leva uma hora e quarenta minutos até a estação de trem. Com uma delegação grande, o tempo será maior ainda. Isso sem contar a viagem de trem e os 20 minutos para ir até o hotel onde vamos ficar. Vou discutir qual é a melhor solução com a comissão técnica', comentou Edu.
Edu também não demonstra receio com a alimentação do Corinthians no Japão. 'Ficaremos em hotéis internacionais e já avisamos sobre os nossos costumes de comida. Eles foram muito solícitos. A Chris (Christine Fernanda Neves, nutricionista) ainda vai viajar com um chefe de cozinha do Brasil e um intérprete. Não existe nenhum tipo de problema com arroz, feijão, farofa... No Japão, há grandes mercados brasileiros. Já até recebi os endereços de alguns', contou o dirigente, antes de citar uma iguaria do agrado dos jogadores. 'Se não tiver carne-seca, vamos levar um pouquinho. Só faltam esses detalhezinhos, que não preocupam.'
Os cuidados do Corinthians com todos 'esses detalhezinhos', segundo Edu, surpreendeu a Fifa e a organização do Mundial de Clubes. 'Nunca um clube tinha pedido tantas informações para eles como nós. Estamos prontos para mostrar a nossa grandeza, a nossa força. Algumas pessoas até dizem que os times europeus sempre levam vantagem no Mundial, mas constatei que isso não é verdade ao visitar todos os hotéis. Os japoneses fazem questão de tratar todos da mesma maneira, sem nenhum tipo de regalia', relatou o gerente de futebol, que ainda se encontrou com um cônsul brasileiro no Japão, com membros da Gaviões da Fiel local e até com um representante do neozelandês Auckland City, rival corintiano na semifinal caso vença seus dois primeiros jogos.
Fonte: Gazeta Esportiva

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