A faixa de capitão não chama a atenção de ninguém no Corinthians. Pelo
menos é o que pregam os dois favoritos para terem a responsabilidade na
final da Taça Libertadores da América, nesta quarta-feira, às 21h50m, no
Pacaembu. O técnico do Timão, Tite, ainda não confirmou quem será o
escolhido, mas a disputa está entre Alessandro e Danilo. Os dois jogadores garantem que isso é indiferente.
Desde o início deste ano, o treinador vem realizando um rodízio para
definir o capitão. Além da dupla, Chicão, Liedson, Paulinho, Leandro
Castán e outros jogadores ficaram com a faixa.
– Já vem um tempo com esse rodízio. Lógico que é bom, mas independente
de quem seja, o importante é que a gente vença. Todo mundo vai acatar o
nome de quem ele definir como capitão. Nosso grupo é inteligente para
saber que a faixa é ele que decide. Mas o nosso primeiro objetivo é
vencer – disse Danilo, capitão na partida contra o Boca na Bombonera,
que foi seguido por Alessandro.
– O pensamento é o mesmo. Eu já fui, ele também. Todos os outros
também. Vai ser indiferente quem colocar a faixa. A ambição de ganhar é
maior que qualquer faixa. Todos têm importância e liderança dentro do
grupo. Deixamos o treinador à vontade – ressaltou Alessandro.
Danilo e Alessandro disputam faixa de capitão na final (Foto: Carlos Augusto Ferrari / Globoesporte.com)
Além de líderes dentro do grupo, Alessandro e Danilo estão entre os
mais experientes do elenco. O lateral-direito está no clube desde a
queda no Campeonato Brasileiro, em 2007.
Já o meia divide com Alex o peso de ser um dos dois jogadores do elenco
que já venceu a Libertadores. Em 2005, quando jogava pelo São Paulo,
ele conquistou o título.
– O importante é ganhar, independente do peso. Não é fácil ganhar a
Libertadores e por isso que se torna pesada. Não é fácil ganhar. Não
temos mudar o que estamos fazendo até agora. Fomos um time humilde e com
a bola agredir o adversário – lembrou Danilo.
No título brasileiro do ano passado, quando Chicão estava com a faixa
de capitão e Alessandro havia tido a responsabilidade em alguns jogos, o
zagueiro chamou o lateral para levantar o troféu na festa do título.
– Não cheguei a pensar em nada. A gente mentaliza tanto o jogo. O gesto
é mais coletivo do que individual. Se for eu, Danilo ou outro o
capitão, se conquistar o tão sonhado titulo, todo mundo vai estar
próximo ali – destacou Alessandro.
Por conta do empate em 1 a 1 na primeira partida da final, a decisão
poderá acabar nos pênaltis caso haja nova igualdade. Quem vencer o jogo
acaba fica com o título.
Fonte: Globo Esporte





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