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20 janeiro 2014

Vice-prefeita diz que SP coopera e dá responsabilidades ao Corinthians

Corinthians precisará arcar com custos de área para jornalistas no jogo Brasil x Croácia Foto: Ricardo Matsukawa / Terra
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra
TERRA

Dassler Marques
Direto de São Paulo

De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo desta segunda-feira, a visita de Jérôme Valcke a São Paulo tinha entre seus objetivos principais a discussão sobre o pagamento das estruturas temporárias que envolvem os jogos da Copa do Mundo na capital paulista. Na Arena Corinthians, nesta segunda-feira, a vice-prefeita Nádia Campeão disse que a prefeitura trabalha em cooperação nesse sentido. E lembrou que, entre os pontos em possível discussão, alguns cabem ao clube.

“Temos alguns contratos muito claros e definidores de quem responde pelo quê”, explicou Nádia sobre as estruturas temporárias estimadas em R$ 70 milhões. “Temos contrato com cidade-sede que discrimina bem as responsabilidades e outro com o estádio. Em São Paulo, cada um cumpre o que está em seu contrato. Mas tentamos (prefeitura) compartilhar tudo que pode ser feito para diminuir o que tem de se arcar”, afirmou.

Alguns dos itens que envolvem a estrutura temporária da Copa, exemplificou Nádia, contam com suporte da prefeitura. Um convênio entre o município e o Shopping de Itaquera, por exemplo, foi feito para absorver parte da demanda de estacionamentos. As estruturas da Fatec (Faculdade de Tecnologia) e Etec (Escola Técnica) serão centro para o voluntariado. O transporte público dos voluntários também será feito pela prefeitura.

Ao contrário do que costuma pregar o ex-presidente corintiano Andrés Sanchez, porém, o clube terá custos em função do jogo de abertura. A estrutura temporária para imprensa, por exemplo, está em contrato como responsabilidade para a Arena Corinthians. São esperados quatro mil jornalistas para Brasil x Croácia.

“Na emissão de certificados que a prefeitura faz para a Arena Corinthians, leva-se em conta um estádio apto para a abertura. A Fifa e o COL (Comitê Organizador Local) colocaram isso em contratos. Tem coisas que o estádio (clube) não precisa provar, outras sim. O estádio é para isso, para quatro mil (jornalistas)”.

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