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09 janeiro 2014

Timão reduz gastos no 1º semestre e arma ‘poupança’ por reforços

Presidente Mario Gobbi e diretor de futebol Roberto de Andrade: reforços só depois da Copa (Foto: Daniel Augusto Jr / Agência Corinthians)
Daniel Augusto Jr / Agência Corinthians
O mercado parado nas transações de jogadores entre dezembro e janeiro ratificou uma ideia que a diretoria do Corinthians já tinha. Sem a disputa da Taça Libertadores e com os principais campeonatos do ano engrenando apenas no segundo semestre, o clube não vai fazer grandes contratações no início de 2014. No entanto, com receitas de cotas de televisão, sócios-torcedores e uma possível venda do lateral-direito Edenílson podem turbinar os cofres alvinegros.

Ao todo, o clube prevê cerca de R$ 102 milhões em cotas televisivas, mais cerca de R$ 10 milhões em renovações de planos do Fiel Torcedor, programa de fidelidade que tem feito sucesso no clube e garantido casa cheia no Pacaembu durante a temporada. Com os patrocínios na camisa, a previsão de arrecadação é de R$ 54,1 milhões.

A diretoria do clube e o ex-presidente Andrés Sanchez, responsável pelas obras da Arena Corinthians, asseguram que esse dinheiro não será utilizado para pagar o empréstimo do BNDES que garante a conclusão do estádio em abril. Parte da receita será usada para amortizar uma parcela da dívida do clube. Outra parte deve ser destinada para contratações de maior peso - mas só depois da Copa.

– Sabemos que a janela do segundo semestre é mais aquecida, então é bem possível que os melhores negócios ocorram em julho, agosto, após a Copa do Mundo. Agora, o mercado está muito difícil – disse o diretor de futebol Roberto de Andrade.

Globo Esporte
TH

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