“Falava-se muito na mística da Bombonera, mas para mim não era esse fantasma por ter jogado e ganhado o Inter. O Boca tinha uma grande equipe, mas com uma característica boa para gente. O Boca não tem muita transição de velocidade, já a equipe chilena era rápída. Jogávamos com muita transição. Éramos superiores. No meu íntimo eu dizia: ‘Tomara que seja o Boca. Pela rivalidade, e pela forma de jogo”, disse Tite.
Nas finais da Libertadores, o Corinthians empatou na Bombonera por 1 a 1 e venceu o rival no Pacaembu por 2 a 0, conquistando o torneio de forma invicta.
Para a decisão contra o Boca, o Corinthians estudou Riquelme. O clube analisou vídeos e levou olheiro para avaliar o camisa 10 do Boca. Tite foi avisado de que o meia atuava basicamente pelo setor esquerdo do ataque do Boca e destacou Ralf para proteger aquela faixa de campo.
O gol de Romarinho surgiu de um erro de Riquelme pelo lado esquerdo. Paulinho recuperou a bola, acionou Sheik, que repassou a Romarinho.
Sobre o Mundial de Clubes, Tite disse que conversou com o técnico Abel Braga. O agora treinador do Fluminense comandou o Internacional no torneio de 2006, quando foi campeão em cima do Barcelona.
“O Abel disse que o primeiro jogo é cercado de responsabilidade e nervosismo muito forte. O segundo jogo é mais solto. Pegando os jogos desde 2005, os resultados dos primeiros jogos foram com vantagens pequenas”, comentou.
Fonte: UOL

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