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17 novembro 2012

Mesmo com atuação pelo Catar, Emerson diz que pode defender o Brasil

Emerson estaria em uma reunião com o diretor Dulio Monteiro de Barros e, por isso, só entrou no final da atividade Foto: Fernando Borges / Terra
Emerson estaria em uma reunião com o diretor Dulio Monteiro de Barros e, por isso, só entrou no final da atividade
Foto: Fernando Borges / Terra
Os fãs de Emerson  que haviam perdido a esperança de vê-lo atuando pela Seleção Brasileira, ganharam uma boa notícia nesta sexta-feira. Em entrevista à TV Bandeirantes, o atacante do Corinthians contou que, mesmo já tendo defendido a seleção do Catar, tem a possibilidade legal de jogar com a camisa verde-amarela.

"Eu me naturalizei catariano e atuei pelo país nas Eliminatórias para a Copa de 2010, mas a Fifa cancelou minha participação nessas partidas porque joguei nas categorias de base do Brasil. Então, só posso defender a Seleção Brasileira", disse.

Enquanto a convocação não vem, Emerson falou sobre a preparação corintiana para a disputa do Mundial de Clubes, que será realizado em dezembro, no Japão. De acordo com o jogador, o elenco alvinegro tem adotado uma postura cautelosa em relação a uma possível final diante do Chelsea. Segundo o atacante, o foco do Corinthians está totalmente na partida semifinal, cujo outro participante não está definido.

"Temos evitado ficar falando muito desse jogo , porque temos outra partida antes. Se tudo der certo e chegarmos à final, a comissão técnica já está providenciando aquele arsenal de informações que o Tite sempre junta", garantiu.

Conhecido também pela postura irreverente fora de campo, Emerson contou detalhes de dois episódios curiosos. O primeiro foi como decidiu tornar a macaca-prego Cuta seu animal de estimação. Depois, disse o que o levou a morder o dedo do meio=-campista Walter Erviti, do Boca Juniors, no segundo jogo da final da Copa Libertadores da América.

"Eu costumava levar algumas cestas básicas na Favela da Rocinha. Vi um morador com dois macaquinhos, e percebi o relacionamento dele com a macaca, o clima de amizade. A Cuta é a minha companheira, minha filhinha linda", explicou."O Boca tem essa tradição de vir aqui e ser catimbeiro, de levar os títulos das equipes brasileiras. Eles vêm com aquela catimba toda segurando a bola. Mas foi legal, não foi? Ele pegou meu rosto e foi apertando, aí o dedo dele foi parar na minha boca e eu mordi (risos)", finalizou.

Fonte: Terra

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