| Crédito da imagem: Bruno Thadeu/UOL |
O então menino excursionava por cidades gaúchas para eventos de pênaltis (prática comum na região na década de 90). Os times eram compostos por dois batedores e um goleiro. Vencia quem marcava 3 gols primeiro. As exibições aconteciam antes dos jogos amadores na região.
'Eu me lembro bem. Eu tinha 11 anos e ainda não pensava em ser jogador. Era engraçado. Vários times se formavam para campeonato de pênaltis. Não tinha taça. O prêmio era em porquinho vivo mesmo', relembra o camisa 12 do Corinthians.
Cássio repassava os animais ao tio dele, Kojak, que abatia porcos e bois para churrascos em família.
Pelo Corinthians, Cássio ainda não esteve frente a frente com um adversário para cobrança de penalidade. Mas para o Mundial de Clubes, no Japão, os jogos podem ser definidos dessa maneira. A possibilidade anima o tio Kojak.
'O Cássio pega pênalti demais. Ainda não bateram pênalti nele no Corinthians. Antes de ser jogador, ele ganhava porquinhos e bois nos eventos que tinha aqui. Eu deixava os bichinhos engordarem um pouquinho e depois fazia um churrascão', sorri o tio do goleiro.
Garoto tranquilo e de poucas palavras na infância, Cássio se soltava entre os colegas de classe. O UOL Esporte visitou o colégio em que o corintiano estudou em Veranópolis. O acervo da escola Joana Aimé mostrou que Cássio já foi 'padre' em casamento junino e participava dos eventos de música e dança.
Fonte: UOL

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