| Crédito da imagem: Alan Morici / Agência O Dia |
'É muito cedo para analisarmos, vamos esperar os próximos jogos. Acredito que vamos levar essa dúvida até o fim. E consiste não só na presença do Guerrero, mas também se teremos dois meias (Danilo e Douglas) ou só um em campo', explicou Cleber Xavier, auxiliar técnico do Corinthians.
O levantamento aponta uma maior troca de passe sem o centroavante (390 a 246), o que proporcionou 59% de posse de bola durante o jogo, superior aos 51% da partida com o Vasco. Os passes mais curtos dão espaço para lançamentos quando Guerrero está em campo. Sem ele, o time lançou 33 bolas, 13 a menos do que quando o peruano está na frente.
O lado positivo para o esquema com um homem de área é a objetividade do time. São 15 finalizações contra 11. Um dado curioso é que o time não insiste nos cruzamentos para Guerrero. O número é mais baixo do que sem ele (13 a 19).Dois fundamentos permanecem parecidos. A equipe driblou e desarmou da mesma maneira nas duas partidas. O número de faltas variou, muito mais pelo nervosismo da partida do que pela mudança de esquema tático do ataque. Pelo Vasco atacar mais que o Atlético-GO, a defesa precisou afastá-la mais que o dobro.
'A grande diferença é ter um pivô para segurar a bola para alguém chegar de trás finalizando. Mas esse não vai ser o único quesito para escalar. O importante é que as duas estão funcionando', afirmou Xavier.
Fonte: Marca Brasil

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