Para o defensor, de 29 anos, que passou por uma artroscopia no joelho direito no começo do ano e ficou cinco meses em tratamento, a evolução nos seus números tem uma explicação simples.
'Eu fiz quinze jogos seguidos. Fazia tempo que não conseguia uma sequência como esta. Nesta última semana que estava suspenso, fiz trabalho específico e deu para ver a diferença no jogo. Quando se treina, dá para ver a diferença. Ou seja, treino, sequência de jogos, ritmo e confiança, não só para mim, mas para qualquer jogador, consegue apresentar um bom futebol', disse o zagueiro que, porém, ainda está abaixo do nível de atuação que Leandro Castán apresentou durante os 29 jogos nos quais atuou antes de se transferir.
Em 15 jogos nesta temporada, Paulo André soma, em média por partida, os seguintes números em quesitos técnicos: 1,3 desarme certo, 8,1 rebatidas, 23,2 passes certos, 0,8 falta cometida e 2,3 lançamentos certos. Ainda marcou dois gols e levou quatro cartões amarelos. Ciente de que ainda tem muito para crescer até a disputa do Mundial de Clubes, o zagueiro entende que é preciso fazer pequenos ajustes.
'Ainda dá para evoluir mais. Desde que comecei a jogar, em junho, já mudaram algumas coisas. Agora começa a fazer ajustes de potência e outros detalhes. É adaptar e cuidar dos detalhes', disse o defensor, que será avaliado pela comissão técnica e, dependendo de seu desgaste, pode ser preservado do jogo contra o Figueirense, nesta quarta-feira.
Fonte: Marca Brasil

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