Inicialmente, a Zurich Seguros, marca responsável pela iniciativa, procurou o Palmeiras com a ajuda da Adidas, a fornecedora de material esportivo do clube. Em seguida, o Palmeiras entrou em contato com a diretoria do Santos para expandir o acordo.
Na entrada dos atores no gramado do Pacaembu, houve a tradicional queima de fogos para simular uma partida real. Até mesmo o placar eletrônico do estádio foi utilizado para passar a escalação de corintianos e são-paulinos, que jogam apenas neste domingo pelo Campeonato Brasileiro.
Os times irreais chegaram a se posicionar para o início do confronto e, no apito inicial da arbitragem, foi aberta uma bandeira gigante com a mensagem: 'Ainda não inventamos seguro contra alterações no calendário. Mas você pode contar com a Zurich Seguros para cuidar dos seus bens, da sua vida e do seu futuro'.
Nos bastidores do Palmeiras, o acordo também foi alvo de críticas. O grupo de oposição ao presidente Arnaldo Tirone considerou R$ 100 mil um valor muito baixo para 'dar propaganda grátis a São Paulo e Corinthians'.
* Especial para GE.Net
Fonte: Gazeta Esportiva

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