Salve, Jorge! A noite de autógrafos do atacante Jorge Henrique
na loja ‘Poderoso Timão’ do Mooca Plaza Shopping, na Zona Leste de São
Paulo, não foi só de festa. Com mais de 500 corintianos na fila para
tirarem uma foto com um dos heróis do título da Libertadores, a
organização do evento não deu conta e muitos ficaram mais de duas horas e
não foram atendidos. A simpatia do jogador com os fãs terminou com
protestos e gritos de ‘mercenário’. Alguns jogaram até moeda no camisa
23 do Timão.
O
evento, que começou às 19h20, quando o atleta chegou, tinha como prazo
até as 21h30. O problema é que ainda faltavam cerca de 100 torcedores.
'A fila fechou às 19h50, mas não deu tempo de atender todo mundo. Não
podemos continuar abertos', explicavam os organizadores aos revoltados.
Por conta da revolta, Jorge Henrique não quis atender a reportagem do MARCA BRASIL,
que sequer foi autorizada a entrar. O jogador, que é obrigado a
participar de ações de marketing pelo seu contrato de direito de imagem,
chegou a bater boca com torcedores e saiu pela porta dos fundos.
Antes
da confusão, o sentimento era de idolatria ao guerreiro que vive de
Corinthians. Larissa de Campos, 12 anos, chorou e quase desmaiou ao
abraçar o ídolo. 'Eu casaria com ele. Minha perna está mole. Ele tem
muita raça, é minha vida', afirmava a garota, que enfrentou duas horas e
meia de fila.
Helô Paiva foi a primeira a chegar para a noite de
autógrafos. 'Eu cheguei aqui 17h30 e fui a primeira a pegar o
autógrafo', comentou a torcedora. 'Faço isso pelo amor que tenho pelos
meus filhos', explicou.
'Tenho autógrafo do Tite, Castán, Júlio César, vários. Agora do Jorge Henrique', afirmou Lucas, o filho empolgado.
Reportagem de André Pires e Felipe Piccoli
Fonte: Marca Brasil

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