Schiavi tem 39 anos. Riquelme tem 34 anos. Se a idade pesa para estes jogadores,
a equipe do Boca Juniors demonstra nas últimas partidas que o elenco
todo está desgastado por conta do fim de temporada. Por outro lado, o
Corinthians chega para a decisão tinindo. Em conversa com a reportagem
do MARCA BRASIL, Fábio Mahseredjian, preparador físico do Timão, garante que todos os jogadores têm condições de correr do primeiro ao último minuto.
“Não tenho dúvida sobre isso. A equipe está bem preparada para suportar a partida inteira. Se algum jogador estiver baixando a guarda, pode ter certeza de que essa torcida maravilhosa empurra ele”, disse.
A superioridade física já foi decisiva na partida da Bombonera. Nos últimos 15 minutos, o Corinthians teve muito mais perna para correr, buscar o empate e evitar qualquer sufoco. Jogadores do Boca, como Erviti, visivelmente se arrastaram até o fim.
“Não conheço o trabalho específico do Boca, não posso falar que estamos mais bem preparados. O que posso garantir é que o Corinthians chega pronto fisicamente, tecnicamente e taticamente”, afirmou.
Nesta Libertadores, o trabalho físico do Corinthians já resultou em bons resultados. Na estreia, Ralf fez o gol aos 49 minutos do segundo tempo diante do Deportivo Táchira-VEN. Contra o Vasco, Paulinho fez o gol da classificação aos 42 do segundo tempo. Este desempenho se deve também à disposição dos jogadores na Libertadores. O zagueiro Leandro Castán, um dos símbolos da raça corintiana, enfatizou que, quando a bola rolar no Pacaembu, uma coisa o Corinthians já sai na frente dos argentinos: na vontade.
“Duvido que o Boca tenha mais vontade que a gente. Pode ter a mesma, mas não mais. Nosso grupo está focado no título desde o começo, ninguém empolgado achando que está bom. Nosso grupo adquiriu muita experiência no Brasileiro do ano passado. Estamos preparados para conseguir este título”, destacou o zagueiro.
Como há cinco dias até o jogo, Fábio Mahseredjian aproveitará este tempo para recuperar seus jogadores e fazer trabalhos de manutenção. “Agora não tem o que acrescentar, é manter”, concluiu o preparador.
“Não tenho dúvida sobre isso. A equipe está bem preparada para suportar a partida inteira. Se algum jogador estiver baixando a guarda, pode ter certeza de que essa torcida maravilhosa empurra ele”, disse.
A superioridade física já foi decisiva na partida da Bombonera. Nos últimos 15 minutos, o Corinthians teve muito mais perna para correr, buscar o empate e evitar qualquer sufoco. Jogadores do Boca, como Erviti, visivelmente se arrastaram até o fim.
“Não conheço o trabalho específico do Boca, não posso falar que estamos mais bem preparados. O que posso garantir é que o Corinthians chega pronto fisicamente, tecnicamente e taticamente”, afirmou.
Nesta Libertadores, o trabalho físico do Corinthians já resultou em bons resultados. Na estreia, Ralf fez o gol aos 49 minutos do segundo tempo diante do Deportivo Táchira-VEN. Contra o Vasco, Paulinho fez o gol da classificação aos 42 do segundo tempo. Este desempenho se deve também à disposição dos jogadores na Libertadores. O zagueiro Leandro Castán, um dos símbolos da raça corintiana, enfatizou que, quando a bola rolar no Pacaembu, uma coisa o Corinthians já sai na frente dos argentinos: na vontade.
“Duvido que o Boca tenha mais vontade que a gente. Pode ter a mesma, mas não mais. Nosso grupo está focado no título desde o começo, ninguém empolgado achando que está bom. Nosso grupo adquiriu muita experiência no Brasileiro do ano passado. Estamos preparados para conseguir este título”, destacou o zagueiro.
Como há cinco dias até o jogo, Fábio Mahseredjian aproveitará este tempo para recuperar seus jogadores e fazer trabalhos de manutenção. “Agora não tem o que acrescentar, é manter”, concluiu o preparador.

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