Presente no local, a reportagem apurou que os manifestantes entraram no estádio por um espaço que estava sem cerca por conta das obras. A manifestação, que não se alongou por muito tempo, registrou um breve batuque, além de algumas faixas.
A Odebrecht, empreiteira responsável pela obra, confirmou o acontecido por telefone logo após a invasão e divulgou uma nota oficial à imprensa, explicando que as obras terão continuidade normalmente.
O MTST informou que o protesto tem como motivo denunciar os "crimes" que ocorrem nas obras para o Mundial. Ainda estão previstas manifestações em Manaus, Brasília, Belo Horizonte, Cuiabá, Fortaleza, Rio de Janeiro e Curitiba, todas cidades que receberão jogos da Copa do Mundo.

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