TH A torcida do Corinthians tem um histórico de amor e ódio com os seus ídolos. O "bando de louco" costumar ter memória curta e acaba expulsando grandes jogadores do clube devido aos protestos, muita vezes violento que geram temor nos atletas.
Relembre alguns jogadores que já sofreram com as críticas da Fiel torcida:
O peruano Paolo Guerrero deveria ser nome intocável para os torcedores alvinegros, afinal foi ele o autor do gol que valeu o bicampeonato mundial no duelo contra o Chelsea no Japão em dezembro de 2012.
Porém, no último sábado (3), o artilheiro chegou a ser estrangulados pelos torcedores que invadiram o CT Joaquim Grava para cobrar os jogadores pelos maus resultados no Campeonato Paulista.
O atacante Emerson Sheik foi o autor dos dois gols na final da Libertadores contra o Boca Juniors em 2012, que valeram o inédito e sonhado título continental dos alvinegros. Mas, com a queda de rendimento no último ano, o camisa 11 é perseguido pelos torcedores.
Alexandre Pato chegou como grande esperança no começo de 2013, mas decepcionou e os torcedores exigem sua saída do clube. Mesmo quando não entra em campo, o atacante é xingado pelas arquibancadas.
É inegável que Ronaldo Fenômeno revolucionou o Corinthians. Porém, em 2011, quando sua barriga aparecia mais que o futebol e o Timão acabou eliminado pelo Tolima na pré-Libertadores, o maior artilheiro da história das Copas não escapou das críticas e acabou optando pela aposentadoria.
Em 2006, o argentino Carlitos Tevez deixou o Corinthians por medo de sofrer novas represálias dos torcedores. A relação entre as partes, que era de harmonia pela conquista do Brasileirão um ano antes, caiu em desgraça com a eliminação na Libertadores para o River Plate.
A crise atingiu o ponto máximo em uma partida contra o Fortaleza no Morumbi, quando o então camisa 10 mandou a torcida se calar ao balançar a rede. Na saída do estádio, o carro do argentino foi chutado pelos torcedores.
A eliminação do Corinthians na semifinal da Libertadores para o Palmeiras em 2000 fez com que o Edilson caísse em desgraça com a torcida, que esqueceu todos os títulos que o Capetinha levantou com o Timão.
Após a derrota para o rival, o atacante foi cercado por torcedores no estacionamento do Parque São Jorge e precisou da ajuda de seguranças para ir embora.
Marcelinho Carioca é um dos grandes ídolos da história do Corinthians. Porém, as duas passagens do meia pelo Timão terminou com o Pé de Anjo saindo pelas portas do fundo. Em 2001, a saída aconteceu após briga com Ricardinho, enquanto em 2006 a confusão foi com o argentino Mascherano e o técnico Emerson Leão.
A derrota em 2000 fez mais uma vítima: o volante Gilmar. O jogador chegou a apontar um arma contra os torcedores.





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