O goleiro Rogério Ceni, um dos líderes do movimento Bom Senso F.C. ao lado do zagueiro corintiano Paulo André e de outros veteranos, não citou o nome de Emerson Sheik, mas mandou recado claro ao atacante do Corinthians em crítica por não ter se posicionado a favor da greve após a invasão do CT Joaquim Grava, do Corinthians, que contou com jogadores hostilizados e agredidos, e até roubos.
Após a derrota do São Paulo por 2 a 1 para a Ponte Preta, neste domingo, o capitão são-paulino saiu de campo pedindo conscientização dos jogadores. Disse que apoiaria uma paralisação do Paulistão, que não aconteceu, e criticou o atacante do Corinthians por ter declarado que queria entender os motivos da greve.
“O que acontece é que juridicamente não existe como fazer uma greve se o salário estiver em dia, se tudo estiver certo. Não posso expor os atletas ao fazer uma greve. O que aconteceu no Corinthians foi terrível, mas tem que analisar posições. Você vê o Corinthians, assisti ao jogo quarta à noite (Corinthians 0 x 2 Bragantino), teve um atleta do Corinthians que falou depois do jogo que nem sabia por que faria a greve. Você tem que agir dentro da lei, isso tudo é uma proposta bacana. Eu, por mim, com maior prazer apoiaria. Agora, se nem dentro do clube se tem o apoio e a consciência disso, é difícil você fugir de algo que foge à lei de outros clubes. A gente torce pra que isso (invasão ao CT) não aconteça mais. Eu apoio o movimento no que a maioria decidir”, disse Ceni à Rádio BandNews FM.
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09 fevereiro 2014
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