Quando o Corinthians foi rebaixado em 2007, o técnico Nelsinho Baptista tinha Moradei, Bruno Octávio e um ‘velho’ Vampeta como seus volantes. A baixa qualidade no setor serviu de lição. De lá para cá, o planejamento do clube foi sempre ter uma dupla forte à frente da área.
Um marcador incansável e um com categoria para avançar. Prova disso é que em cinco anos, passaram pelo setor Cristian, Elias, Paulinho, Ralf e Jucilei, todos cobertos de elogios.
'Temos um respaldo da diretoria e da comissão técnica. A cada dia no trabalho, eles cobram a nossa melhora. Isso se reflete dentro de campo', analisou o volante Ralf em conversa com o MARCA BRASIL.
Parte deste sucesso se deve ao trabalho da diretoria e comissão técnica, que buscam boas opções no mercado com antecedência. Casos de Edenílson, Guilherme e Guilherme Andrade. Os três chegaram para ficar um tempo no banco, se adaptar sem pressão. Quando um titular for negociado, o substituto não sente o peso da camisa.
Prova disso é Guilherme. Aos 21 anos, o volante trocou a a titularidade da Lusa para ser reserva de Paulinho, na expectativa que o camisa 8 seja negociado em breve. Enquanto isso não acontece, ele vai se soltando aos poucos e aproveitando as brechas. Contra a Ponte Preta, o camisa 35 disputará seu terceiro jogo seguido como titular do meio de campo.'Mostra que o grupo é forte. Mesmo com desfalques, conseguimos vencer o Grêmio. Agora já estamos pensando na Ponte Preta.É importante ir jogando param lá na frente, ter uma boa condição', ressaltou Guilherme.
Fonte: Marca Brasil
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11 setembro 2012
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