São Paulo - A trajetória para Ralf chegar ao topo da América foi bem mais dramática que a suada campanha corintiana na Libertadores.
O volante, natural da cidade de São Paulo, onde morou no bairro de
Interlagos até o fim da adolescência, foi um guerreiro, ultrapassou
obstáculos e, de forma incomum no futebol, começou sua carreira
tardiamente.
O início foi no campo castigado do adorável Atlético Clube Taboão da Serra, localizado na grande São Paulo. Começo que o camisa 5 do Timão não esquece.
“O Ralf é um cara muito humilde que não esquece da onde saiu”, conta Anderson Nóbrega, 30 anos, atual presidente da entidade e ex-colega do time de Ralf. Juntos, os dois conquistaram a Série B2 (atual 4ª divisão do Paulistão), em 2004. “Ele era o craque do time. Chegou aqui tímido mas, aos poucos, virou um líder pelo seu futebol”, lembra.
Então presidente do clube, quando Ralf era apenas um garoto com um sonho promissor, Ricardo Nóbrega, 35, recorda o começo complicado da carreira do corintiano. “Ele chegou ao Taboão no meio de 2003 e ficou até 2005.
Era humilde, que não tinha condições de ir embora, por isso dormia no alojamento. A gente ajudava ”, recorda.
“Em 2005, o Ralf foi para o São Paulo, que mandou ele embora porque disseram que não tinha capacidade. Ainda bem que não renovaram o contrato dele. Hoje, ele está prestes a ser campeão da Libertadores e esquecer, de vez, todas dificuldades que passou”, emendou.
Sem muitas condições, mas ambicioso e determinada. As pernas franzinas e o estilo tímido de Ralf conquistaram o seu primeiro técnico: Pedro Virgílio Rocha, filho do Pedro Rocha, ex-craque uruguaio do São Paulo, na década de 70. “Ele sempre foi muito determinado. Tinha certeza que iria longe na carreira”, finaliza.
O início foi no campo castigado do adorável Atlético Clube Taboão da Serra, localizado na grande São Paulo. Começo que o camisa 5 do Timão não esquece.
“O Ralf é um cara muito humilde que não esquece da onde saiu”, conta Anderson Nóbrega, 30 anos, atual presidente da entidade e ex-colega do time de Ralf. Juntos, os dois conquistaram a Série B2 (atual 4ª divisão do Paulistão), em 2004. “Ele era o craque do time. Chegou aqui tímido mas, aos poucos, virou um líder pelo seu futebol”, lembra.
Então presidente do clube, quando Ralf era apenas um garoto com um sonho promissor, Ricardo Nóbrega, 35, recorda o começo complicado da carreira do corintiano. “Ele chegou ao Taboão no meio de 2003 e ficou até 2005.
Era humilde, que não tinha condições de ir embora, por isso dormia no alojamento. A gente ajudava ”, recorda.
“Em 2005, o Ralf foi para o São Paulo, que mandou ele embora porque disseram que não tinha capacidade. Ainda bem que não renovaram o contrato dele. Hoje, ele está prestes a ser campeão da Libertadores e esquecer, de vez, todas dificuldades que passou”, emendou.
Sem muitas condições, mas ambicioso e determinada. As pernas franzinas e o estilo tímido de Ralf conquistaram o seu primeiro técnico: Pedro Virgílio Rocha, filho do Pedro Rocha, ex-craque uruguaio do São Paulo, na década de 70. “Ele sempre foi muito determinado. Tinha certeza que iria longe na carreira”, finaliza.
Fonte: Marca Brasil





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