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22 dezembro 2011

Briga no clássico entre Corinthians e Palmeiras rende punição


As polêmicas dentro das quatro linhas do clássico entre Corinthians e Palmeiras, que deu o título ao Alvinegro na última rodada do Brasileirão, mandaram, nesta quarta-feira, cinco atletas para o banco dos réus do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Pelo lado corinthiano, os zagueiros Leandro Castán e Wallace foram os julgados. Pelo Verdão, os representantes na berlinda foram Valdívia, João Vítor e Luan.

De acordo com a súmula do jogo, o chileno Valdívia, reincidente no Tribunal, foi expulso logo aos dois minutos do segundo tempo por uma suposta cotovelada no adversário Jorge Henrique. Durante a sessão, foi exibida uma prova de vídeo da agressão do camisa 10, que foi enquadrado no artigo 254-A (praticar agressão física durante a partida) mas logo desclassificado para 254 (praticar jogada violenta) do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). Por maioria de votos, o jogador foi punido com dois jogos de suspensão.

Já o atacante Luan pegou um gancho de cinco partidas. Também indiciado no artigo 254-A, o jogador palmeirense foi flagrado, através de prova de vídeo, dando chutes em Jorge Henrique já no fim do jogo.

Outro atleta do Palmeiras suspenso por maioria de votos, mas por apenas uma partida, foi o volante João Vítor (artigo 254) que foi desqualificado para o artigo 250 (praticar ato desleal ou hostil durante a partida) por ter agredido Jorge Henrique com um pontapé.

Pelo Corinthians, que mandou à sessão o advogado João Zanforlim, o zagueiro Wallace recebeu dois jogos de suspensão por unanimidade de votos. Enquadrado no artigo 254, o atleta foi suspenso por ter dado uma entrada com uso de força excessiva no adversário Maikon Leite. Wallace recebeu o vermelho direto aos 28 minutos da etapa final.

Por fim, o também zagueiro Leandro Castán (artigo 254-A) foi o único absolvido no STJD. Por maioria de votos, a comissão disciplinar entendeu que o jogador corinthiano não mereceu ser punido por ter sido o único identificado pelo árbitro Wilson Luiz Seneme durante uma confusão generalizada no gramado aos 43 minutos do segundo tempo. Nas palavras do relator Paulo Bracks, Castán foi ‘pego para Cristo’ na súmula.

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