O Corinthians apostou em dois ingredientes básicos para a disputa da Libertadores 2010, ano de seu centenário e menina dos olhos de 10 entre 10 fiéis.
O primeiro foi na experiência. Por isso, desembarcaram Roberto Carlos, Danilo, Iarley e Tcheco, todos com história na competição sul-americana, que se juntaram a Ronaldo, então já no Parque São Jorge.
Já o segundo foi no sangue latino. Astro do Boca Juniors, Riquelme foi paquerado, sondado e tentado, mas não veio ao Brasil. Em seu lugar, o jovem Matías Defederico desembarcou e até deu conta do recado nas poucas vezes que atuou. Um mês fora dos campos, ele se recupera de uma pubalgia e deve voltar em breve como opção a Mano Menezes.
Cenário mais animador do que os vividos por Escudero e Balbuena. Eles nem foram inscritos na Libertadores e praticamente não atuam, nem mesmo no Estadual, onde jogaram três e duas vezes, respectivamente.
Agora, os três podem seguir dois caminhos bem distintos, mas que fizeram parte da história recente do Timão.
O do sucesso, trilhado por Mascherano, Tevez e Herrera, ou do ostracismo total, tal qual Acosta, El Tanque Santiago ou Cristian Suárez.





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