
Roberto Carlos, Danilo, Tcheco, Iarley, Ralf e Moacir. Seis jogadores e nenhum real a menos no bolso.
Foi assim que o Corinthians realizou a montagem do elenco, que se prepara para disputar Campeonato Paulista, Copa Libertadores, Campeonato Brasileiro – e, quem sabe, Mundial da Fifa – em 2010.
A maioria dos jogadores teve o contrato encerrado no fim do ano passado. Apenas o volante Moacir, do Sport, tinha vínculo com o Sport até junho de 2011, mas foram a empresa BWA e o Banco BMG que pagaram por seus direitos econômicos – para lucrar com visibilidade na equipe no ano do centenário.
As contratações, portanto, pouco mexeram nos cofres do Corinthians. Caberá apenas o pagamento do valor (alto, é verdade!) de salários e luvas. O lateral Roberto Carlos, por exemplo, ganhará R$ 300 mil mensais mais o valor da venda de produtos de marketing ligados a sua imagem. No fim de 2008, Ronaldo também estava sem clube e concordou em receber salário e parte dos patrocinadores do uniforme.
No ano passado, só em contratações, foram gastos mais de R$ 23,5 milhões. Os mais caros foram o argentino Matías Defederico (cerca de R$ 9,8 milhões ao Huracán-ARG e o empresário Alejandro Bouza por 80% dos direitos econômicos), Souza (R$ 4,8 milhões ao Panathinaikos-GRE), Edno (R$ 3,5 milhões à Portuguesa por 50% dos direitos), Escudero (R$ 3,2 milhões ao Argentinos Juniors-ARG) e Jucilei (R$ 2 milhões ao Corinthians Paranaense por 50%).
Para montagem do elenco de 2008, o primeiro de Mano no comando, Acosta (R$ 1,5 milhão ao Cerrito-URU) Douglas (R$ 3 milhões ao São Caetano por 50%) e André Santos (cerca de R$ 3 milhões ao Figueirense) foram os jogadores mais caros.





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