
Foi isso que Mano Menezes fez nas três partidas já disputadas neste ano e continuará fazendo nas rodadas seguintes do Estadual. Ele pretende manter a disposição tática da equipe e intensificar as orientações a todo elenco para que o conjunto cresça mesmo com a constante troca de jogadores.
Contra Huracán, Monte Azul e Bragantino, o Corinthians atuou no 4-4-2. Nos três jogos, o meio-campo foi escalado com um primeiro volante marcador, um segundo volante de boa saída e dois meias, sendo um de velocidade aberto na lateral. Morais (duas vezes) e Jorge Henrique desempenharam a última função.
Até Marcelinho Carioca entrou no esquema diante do Huracán, quando se despediu do futebol profissional atuando durante 45 minutos. Ele se posicionou como o terceiro homem de meio-campo, fazendo a ligação com o ataque e tentando ajudar na marcação pelo setor. Depois Tcheco assumiu esse papel nos duelos seguintes.
No ataque, Mano optou sempre por um atacante de presença de área, o típico camisa 9, e um companheiro que atue mais aberto. Souza e Ronaldo foram os centroavantes. Iarley e Defederico desempenharam a outra função ofensiva (considerando apenas os titulares das partidas).
“A nossa obrigação como equipe é a cada jogo evoluir. Se vamos chegar mais perto do ideal na quinta ou na sétima rodada do Paulista, isso depende dessa evolução. O importante é não mexer tanto no esquema do time. Se fizermos isso, perderemos tempo”, justificou Mano.





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